ACADEMIA BRASILEIRA DE COACHING E PNL
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Experimentando sucessos e fracassos

A pessoa deve experimentar sucessos, fracassos e sentir-se responsável por eles, para poder obter um autoconceito realista e saudável. Se pensarmos melhor, seria o que denominamos hoje (auto)limites, neste caso internalizados a partir do processo de socialização, para a construção contínua de um autoconceito o mais próximo do real possível.

Autoimagem e uma autoestima mais positivas

Quando possuímos uma autoimagem e uma autoestima mais positivas/reais, favorecemos nossas relações interpessoais, pois nos conhecendo melhor e gostando mais de nós mesmos, conseguiremos entender e gostar mais dos outros, tornando-nos pessoas mais afetuosas e respeitadoras das individualidades e diferenças.

Neste sentido, o desenvolvimento de uma real e coerente autoimagem e autoestima é de fundamental importância para nos relacionar com as demais pessoas na sociedade.

Psicologia

A importância do autoconceito tem sido estudado nas diversas áreas da Psicologia, tais como Psicologia da Educação , Psicologia Clínica e Psicologia Social. O autoconceito consiste em todas as maneiras de como uma pessoa pensa que é nos seus julgamentos, avaliações e tendências de comportamento.

O Meio

Na avaliação do autoconceito entra um grande número de variáveis. Em muitos casos, elas estarão condicionadas ou influenciadas pelo que nos rodeia e pela nossa relação com o entorno. Definimos ao que nos referimos quando falamos de autoconceito e a maneira como este se desenvolve.

diversidade

Entre os constituintes intrínsecos do autoconceito realça-se a autoestima. Esta deriva dos processos de avaliação que o indivíduo faz das suas qualidades, e virtudes. Ocupa, por isso, um lugar proeminente na compreensão e na explicação dos transtornos emocionais.

importância

Além de ajudar a compreender como o sujeito pode existir e atuar, o autoconceito é capaz de, juntamente com a observação clínica e outros instrumentos, predizer como o sujeito poderá desempenhar determinadas tarefas e mesmo comportar-se em face de eventos específicos.

Como surge o autoconceito?

O autoconceito surge também do conhecimento que o sujeito tem do seu próprio desempenho em situações concretas. Nesse caso, as experiências do sujeito podem levá-lo a perceber-se como eficiente ou ineficiente, competente ou incompetente, adequado ou inadequado; uma terceira influência se refere à a sua conduta em confronto com seus pares sociais, com os quais pode estar identificado; e, finalmente, a capacidade de avaliar um determinado comportamento em função das crenças e valores professados e veiculados pelo seu grupo de referência.

Os constituintes do autoconceito. São autoimagens, autoestima e as autoidentidades. As autoimagens são derivadas dos papéis que o sujeito exerce na sociedade. Os papéis sociais não pertencem ao sujeito, pertencem antes aos grupos, organizações e intuições. Mesmo um homem comum, do senso comum, pode se perceber como pai, como filho, como irmão, como profissional, como marido, como amigo, como pescador e como cidadão. As formas como essas autoimagens organizam-se e hierarquizam-se variam de sujeito para sujeito. Se um homem pode supervalorizar a imagem profissional, a mulher pode sobrevalorizar a imagem corporal.

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