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Exercitando a inteligência emocional

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A natureza animal da emoções

Inteligência emocional – Há evidências inquestionáveis de que a supressão em massa da emoção em todo o mundo civilizado sufocou nosso crescimento emocional, levando-nos a um caminho de total ignorância de nossas emoções. Na verdade, muitos dos problemas que a sociedade enfrenta hoje são o resultado direto da ignorância emocional. Problemas como depressão, vícios, doenças, conflitos religiosos, violência e guerra. Talvez nós, seres humanos, tentemos muito “civilizar” a nós mesmos, chegando ao cúmulo de negar a nossa verdadeira natureza animal. Pois muito antes de sermos racional já eramos emocional, segundo a evolução do cérebro.

Seja qual for a nossa motivação, no entanto, não fizemos isso com nenhuma maldade intrínseca. Nós fizemos isso porque tivemos uma ideia errada sobre a natureza da emoção e a importante função que tem em nossas vidas. Imaginávamos talvez que ser civilizado seria sinônimo emoções suprimidas. Felizmente agora sabemos que sr civilizado é sinal de conhecer e gerir as emoções da melhor forma possível. Ainda bem que a inteligência emocional pode ser desenvolvido em qualquer idade. Abaixo estão as melhores formas de se exercitar as cinco capacidades.

Como exercitar a Inteligência Emocional:

Autoconsciência:

Essa é uma das capacidades mais importante da IE. Com a agitação do dia a dia esquecemos de nos observar e para ter autoconsciência é preciso ter auto-observação. Enquanto isso, nossas emoções ficam relegadas a segundo plano e nos tornamos pessoas cada vez mais reativos, para cada emoção uma reação. É necessários nos conectarmos novamente com nosso corpo emocional. O nosso maior termômetro desse corpo emocional é o nosso estado e será sempre ele que determinará o nosso comportamento. Aprenda a olhar para dentro de você e observar seu estado, antes e depois de alguma ação comportamental. Seu humor dirá muito desse estado e cada vez que ele mudar é por que uma força o tirou de sua inércia, se você identificar essa força vai perceber que ela se chama emoção.

Autogestão:

Todas as vezes que você identificar uma emoção, descubra também qual é o impulso que está atrelado a ela, mesmo que não seja possível controlar esse impulso é importante que você perceba a qual emoção ele pertence. Visualize todo o processo emocional e o procedimento real de como tudo isso aconteceu. Agora faça um julgamento de valor e visualize qual seria o resultado se você redirecionasse esse impulso para que as consequências fossem diferentes e mais proveitosa. Agindo assim você leva seu cérebro a perceber que existem mais opções com outras formas de impulsos e seus neurônios irão criando conexões alternativas com novas sinapses entre o sistema límbico e córtex cerebral, e a cada vez que você visualizar essa nova opção essa estrada ficará mais fortalecida e quando a mesma emoção surgir novamente, seu cérebro dará a você a oportunidade de escolher qual impulso deseja aplicar.

Automotivação:

Um dos pressupostos da Programação Neurolinguística (PNL) é: as pessoas já possuem todos os recursos de que necessitam. Significa dizer que nós dispomos de todos os recursos que precisamos para fazermos qualquer coisa inclusive mudar nosso estado. Nesse sentido a parte mais importante é a nossa comunicação, tanto a verbal quanto a não verbal. O modo como você se comunica determina o seu estado, o que levará a um comportamento de acordo e um resultado também. Busque sempre se comunicar de maneira positiva, mantenha a cabeça erguida, já dizia sabiamente minha mãe. Em toda e qualquer situação, só uma pessoa pode determinar o seu estado e essa pessoa sempre será você. Mesmo que seu time perca feio, se a sua postura for de cabeça erguida, esse será seu estado e seu comportamento acompanhará.

Empatia:

Quando estamos tendo empatia com alguém, os neurônios espelhos do nosso cérebro imitam o estado daquela pessoa. Esses neurônios também existem no aprendizado, é quando você imita para aprender. São os mesmos que fazem você se conectar a outra pessoa. Se você realmente deseja exercitar a empatia, aprenda a usar esses neurônios para se conectar, apenas prestar atenção não é suficiente, há que manter o foco com atenção plena “mindfulness”. A conexão faz você perceber o outro, você ouve com mais facilidade e não se aborrece com aquela presença.

Para se conectar você deve buscar os pontos de interesse. Eles sempre existem e são o que irão prender sua atenção e não deixarão você se cansar. Você pode até achar que música é barulho se não estiver conectado a ela. Quando se dança jamais a música nos cansa por que essa é a maior conexão que conseguimos com ela. É como se diz: uma ligação de corpo e alma. Exercitar a empatia não é difícil, próximo a você existem pessoas as quais não tem paciência para ouvir. Pois a partir de agora procure se conectar a essas pessoas.

Consciência social:

Ter consciência social não é apenas ter conhecimento do mundo e se compadecer dos injustiçados. É dar a sua contribuição para melhoria do seu universo . Esse universo é você que define o seu tamanho. Essa contribuição também será você quem determinará como, quando e onde. Uma coisa pode ter certeza, esse exercício de cidadania sempre opera mudanças e o principal beneficiado será você, pois com certeza irá mudar também e para melhor.

 

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